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variedades
De Roboão a sábio


De Roboão a sábioEudes Oliveira de Alencar eudesalencaar@hotmail.com A ironia começa com seu próprio nome. Roboão significa libertador do povo. Cheira a populismo barato, coisa que, suspeito, Salomão sabia praticar como ninguém. Era um perdulário e como faltasse dinheiro para manter o fausto de sua corte, composta de centenas de filhos, setecentas esposas e trezentas concubinas, apadrinhados, ministros, exército, e inúteis de toda ordem, ele aumentava impostos, coisa que não se vê, naturalmente, em nossos dias, menos ainda no Brasil. Roboão, jovem afoito e acostumado a nada fazer, ou melhor, se divertia a valer com seus amigos, não podia ter assumido em hora mais delicada. Imaturo e, definitivamente, despreparado para a enorme responsabilidade que herdou do pai, um povo cansado das extravagâncias reais, precisava de orientação para começar seu reinado e sanar movimentos populares de descontentamento que fervilhavam nas feiras, nas casas e ruas de Jerusalém e em todo o reino que ia das rebarbas do Egito até o rio Eufrates, o que inclui metade do Iraque moderno. O jovem rei, diante de tamanho desafio, procurou os antigos conselheiros de seu pai. A iniciativa era boa, mas a forma como a pergunta foi feita denuncia o desligamento do soberano e mais ainda, sua incapacidade de julgamento. "Que resposta vocês me aconselham a dar a este povo?" O pedido "deste povo" era simples: "Salomão, o seu pai nos tratou com dureza e nos fez carregar cargas pesadas. Se o senhor tornar essas cargas mais leves e a nossa vida mais fácil, nós seremos seus servidores." Os conselheiros disseram: "Se o senhor quiser servir bem a este povo, dê uma resposta favorável ao pedido deles, que eles serão seus servidores para sempre." Roboão queria uma resposta pronta. Mais que isso, desejava uma que fosse pronta e segundo seu raciocínio e desejo, como néscio e voluntarioso que era. Pensou lá consigo: estes caras são uns ultrapassados. Vamos ver uma segunda opinião mais antenada com a realidade, com os novos tempos e com, afinal, um rei durão e poderoso que sou. Buscou, então, se aconselhar com os mandriões, seus colegas, cuja profissão era pegar suas bigas e sair em alta velocidade pelas ruas, ultrapassar sinal vermelho, fazer farras nos ainda mal afamados arredores de Sodoma, Jericó e bairros menos decentes de Jerusalém. Não trabalhavam e viviam às expensas dos bons postos que seus pais tinham no governo real. A resposta foi, como esperado, insensível, louca e desastrosa. Mas, pasmem, foi a que agradou ao tolo Roboão. Disseram seus amigos de infância. "Você deve dizer assim: Meu dedo mindinho é mais grosso que a cintura de meu pai. Ele fez vocês carregarem cargas pesadas; eu vou aumentar o peso ainda mais. Ele castigou vocês com chicotes; eu vou surrá-los com correias." O rei entendia que precisava revelar-se forte para intimidar e mostrar quem era que mandava. Conseguiu rachar o reino, não exatamente em partes iguais. A parte que se separou chamou-se Israel e tinha dez tribos. Ele ficou com Judá. Daí advieram guerras, destruição, falência moral e espiritual, ambiente que já estava instalado devido aos "deslizes" de seu pai. Nossa realidade nos fustiga com o chicote da pressa e tudo hoje pretende diminuir o tempo, automatizar as atividades, com o exato propósito de nos dar tempo. Mas são tantas opções a nos requerer a atenção que, afinal, não temos o tempo supostamente ofertado. Gastamos cada vez menos tempo conosco ou com a operosa mão-de-obra na nossa construção. Sem dúvida, investimos muito em conhecimento. O currículo é mais importante que a pessoa. Assim, precisamos de coisas, no que nos dizem respeito, prontas, pois é preciso correr e o velho conhecer-se que produz amadurecimento que vá para as cucuias, porque é melhor uma pessoa prática que experiente como ser humano. Não é o caso de Roboão, que era um boçal rematado, mas ele sinaliza com nosso costume de querer a vida também automatizada. Enquanto aumentamos o conhecimento, tornamo-nos aprendizes analfabetos em nós mesmos. Não sabemos lidar com nossas emoções e sentimentos que demandam satisfação de várias ordens. Como um aparelho complexo, é preciso ler bem o manual para saber lidar. Lido de chofre, substitui-se processos por atalhos como medicamentos, bebida, droga, diversão. Não admira que um se sinta vazio e perdido. Pensamos sem nos dar conta. Como já resolvi a parte da realização profissional ou estou absorvido neste intento, as outras coisas eu delego ou quando chegar o momento, resolvo. Quero casar. Contrato um serviço de intermediação de namoro. Quero conhecer alguém. Coloco meu perfil num facebook da vida e espero, angustiado(a). Quero amigos. Monto um perfil no Orkut. De repente tenho lá 356 amigos, virtuais. Toda esta enorme avalanche de tecnologia que promete maravilhas para as relações humanas, são pura balela se seus operadores humanos não forem aprofundados em si mesmos. Não bastará saber navegar nos mares virtuais, pois este é preciso, viver é que não é preciso Eles são meios, mas se tornam o fim quando não se tem mais tempo para nos trabalhar e crescer, adultecer, amadurecer sem carbureto. Quer dizer, nós temos um modus operandi que o ser se constrói no processo e neste o sentido da vida. Os atalhos nos roboãotizarão e é a forma mais rápida para a falência pessoal. Como é que um se conhece se este é um dilema que sábios antes de Cristo já especulavam? Ora, este é um desafio pessoal e intransferível e não há uma resposta universal, mas tantas quantas pessoas existem na terra. Certamente há princípios mais ou menos padrão, como relacionar-se, em carne e osso, com as pessoas e isso começa em casa. Um fracasso lá, indica reprovação na sociedade. É preciso cultivar a espiritualidade que aqui neste texto significa estabelecer contato com Deus por intermédio da pessoa de Jesus. Cultivar a humildade e andar na contramão dos modismos intelectuais e comportamentais, pois isso indica que você pensa por si. Isto significa autenticidade. Sou eu, mas não afronto ao outro e isto é um atrativo poderoso para as outras pessoas. Ser útil. Produzir bens fora do arco monetário e fazer algo, por menor que seja, que dê prazer e satisfação pessoal. Não ser severo demais consigo mesmo. Permita-se uma extravagância de quando em vez. Sapere aude. Ouse saber por si mesmo. Carpe diem. Colha o dia como um fruto de oportunidade. Aprenda com as experiências de cada dia. Tempus fugit. Use o tempo com sabedoria. São orientações, mas não estão prontas, pois cada uma deverá ganhar a cara de quem o realiza. Num modo único, entre os tantos bilhões de nós.
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 01h19
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MK Music lança o CD Amo Você 15

MK Music lança o CD Amo Você 15 A MK Music acaba de lançar para marcar momentos a serem lembrados por toda a vida - a décima quinta edição do Amo Você (também em versão play-back). E a coletânea da gravadora pioneira em lançar um álbum gospel só de músicas românticas chega às lojas com a pompa de debutante, em grande estilo.
O CD Amo Você 15 impressiona não só pelos intérpretes - nomes como Fernanda Brum, Aline Barros, Eyshila, Kleber Lucas, Cristina Mel, Wilian Nascimento, Betânia Lima (Ellas), Bruna Karla, Marina de Oliveira, Rayssa e Ravel, Pamela, Jozyanne, Emerson Pinheiro grupo Voices e as bandas Quatro por Um e Giom -, mas pela qualidade dos arranjos e das letras.
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 01h17
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Entre perdedores e mascarados

Entre perdedores e mascaradosEudes Oliveira de Alencar eudesalencaar@hotmail.com Cedo aprendemos a esconder nossas mazelas. Cuida disso em nós o onipresente meio social que funciona como força coercitiva. Queremos sempre parecer bem, donde sociedades competitivas como a americana, onde qualquer sinal de suposta fraqueza, alguém logo é taxado de loser (perdedor). Não à toa esta mesma sociedade produz sua contraparte em sociopatas (serial killers). Mas sociedades cuja alma se revela menos castradora, também produz seus desconjuntos humanos. Basta, afinal, estar na companhia do outro para agir sob sua influência. Subjetivamente julgamos aquilo que o outro pensa ou pensará a nosso respeito e isso nos mobiliza em várias direções, para o bem e para o mal. Ele, aos sete anos, já manifesta suas primeiras incursões neste mundo tão cheio de aparências. Você gosta de judô? Gosto um pouco, diz ele. Não gosto de perder dos meninos de faixas cinza. Quando eu perco, faço um sorriso forçado e vou sentar no meu lugar. Como é seu sorriso forçado? Ele mostrou, despertando em mim um misto estranho de sentimentos que me invadiu. Jung chama esta atitude de máscara. É aquilo que revelamos publicamente. É nossa alma vestida para o mundo. Está longe da compreensão comum de alguém que revela falta de caráter. Trata-se de um mecanismo de proteção e comunicação. Como tudo no ser humano, tem aspecto duplo: positivo e negativo. Não mente, portanto, aquele que o faz, apenas não revela o que não convém num ambiente não propício, isto sim, sujeito a julgamentos desnecessários dos outros. Estranhamente, para além dos movimentos internos do sujeito - em permanente busca de equilíbrio -, agir assim tem sempre forte influência do meio externo. Ocorre-me dois casos interessantes na Bíblia. O primeiro encontra-se em 2 Rs 4.25-28 e relata a história da mulher que perdeu o filho e quando perguntada pelo ajudante de profeta Elizeu se ia tudo bem respondeu com um "tudo bem". No entanto, seu filho jazia morto. O segundo caso está em João 21.3. Pedro diz a um grupo de amigos: Vou pescar. O contexto, porém, revela uma situação de crise. Apesar das aparições de Jesus entre os discípulos, parece que todo o grande projeto do reino havia morrido. Pedro, em particular, carregava uma profunda decepção consigo. Estava triste e envergonhado. As duas pessoas e o menino usaram máscaras, segundo o conceito junguiano. Cada qual quis, a seu modo, esconder algo que lhes parecia incômodo. Coisas com as quais tinham dificuldade de lidar e que pediam enfrentamentos pessoais e soluções, demandavam respostas deles, mas que, ou não tinham ânimo ou estavam de tal modo afetados que lhes era custoso qualquer decisão. O perigo mora nos vãos deste frágil equilíbrio que as pessoas buscam. A mulher não quer revelar sua dor para qualquer um. Pedro decide fazer qualquer coisa, inclusive voltar à sua antiga profissão. O menino não quer revelar sua frustração diante da derrota. A máscara serve para um momento, não para a vida toda. Quer dizer, a máscara nunca pode tomar o lugar verdadeiro de quem você é, caso contrário, haverá a perda da identidade real do indivíduo, posto que estará em constante insegurança, pois aquilo que lhe diz o que ele é vem das nuances e variações externas, do meio social e não dele mesmo e no que um se torna nasce dos enfrentamentos, dos lugares que se fazem na dor do crescimento. Ou por outra. O indivíduo deve conviver consigo mesmo, aprender a saber-se, mesmo que tome rumos que não lhes sejam os adequados. É possível que isto descambe para um individualismo tosco, mas uma maneira de saber por que se faz isto ou aquilo é escarafunchar as nossas motivações. Quem ou o quê me move nesta direção? O menino, por necessidade, precisa da orientação paterna em quase tudo, ainda não tem seu senso de valores desenvolvido o suficiente, não é o caso da mulher sunamita e Pedro. Pedro e a sunamita carregam uma dor profunda. A mulher perdeu o filho, Pedro o valor de si mesmo. Ela encontrará o alívio diante do profeta. Para ele ela dirá tudo sem pejo. Pedro enfrentará aquele de quem se envergonha, depois de um enorme esforço debalde naquela noite sem peixes, às margens do lago, diante de uma mesa onde terá a oportunidade de reafirmar seu amor voltando, simbolicamente, ao lugar da negação. A máscara nos lembra que é preciso ter idéia clara de dentro e fora, quero dizer, nossa intimidade é algo que deve ser preservada. Nossa casa deve ter portas e não ser um terreno baldio que se presta para tudo e todos. De algum modo, entretanto, esta casa deve ser acessada por nós mesmos, revisitando antigos cômodos para arejá-los, espanar pó e deixar entrar luz. Nesse processo de voltar a antigos quartos, o outro de nossa confiança é necessário, sem prejuízo da indispensável oração a Deus que sempre tem seu valor terapêutico, para além das fórmulas que concebemos como modelos.
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 01h16
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Só o Senhor sonda os corações

Só o Senhor sonda os coraçõesEu estava atravessando um dos piores momentos de minha vida quando li este trecho. Não me recordo se já havia me convertido ou não. Mas sei que sofri um dos mais fortes impactos de minha vida ao dar-me conta de como eu havia sido insensata, ingênua e ignorante. Como eu não me dera conta ao lidar com as pessoas comuns de meu dia a dia, das verdades contidas nesta mensagem. Chorei amargamente, olhando para trás e compreendendo todas as tragédias que me haviam ocorrido, simplesmente por que eu ignorava algo tão fundamental sobre a natureza pecaminosa do ser humano. "Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! Porque será como a tamargueira no deserto, e não verá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração e provo os rins; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações." (Jeremias 17:5-10) Todos dizemos entender o que significa ter uma natureza pecadora, até porque para aceitar a Jesus é preciso compreender que o sacrifício que Ele fez por nós, foi para resgatar-nos do pecado. Mas será realmente que entendemos o que isso realmente significa? Diariamente vejo pessoas tão arrasadas por decepções com filhos, parentes, esposo ou esposa, sócios, amigos e o que percebo é que elas se mostram totalmente surpreendidas por estes fatos e, chocadas, entregam-se ao sentimento de dor, como se fosse algo extraordinário, inesperado, inusitado. Não sei se me explico claramente. O que eu percebo é que intelectualmente dizemos entender o que significa ter um coração vendido ao pecado, mas na pratica nos relacionamos com os demais como se isso não existisse. Esperamos demais das pessoas, acreditamos demais, ignoramos a sua natureza fundamental. O cristão está na caminhada de santificação, que começa no dia em que aceita a Jesus e tem um longo caminho a percorrer. Se nós tivermos conscientes de nossa condição de pecadores e da condição dos demais, penso que nos decepcionaríamos menos, nos protegeríamos melhor por sermos mais realistas, e aceitaríamos com mais serenidade as derrotas que fazem parte de nossa caminhada debaixo deste sol. Já vi pessoas desistirem da fé porque se decepcionaram com um irmão da igreja, com o pastor, com o marido, com a amiga. Já vi pessoas pensarem em morrer por uma traição. Já vi pessoas adoecerem por que ajudaram alguém e foram vítimas da ingratidão, da traição, da mentira, do roubo, da calúnia. Lembremos da passagem de Jesus quando cura os dez leprosos, mas somente um volta para agradecer. Porque teríamos tratamento melhor que o próprio Jesus que foi quem mais sofreu a ingratidão mesmo de seus companheiros mais próximos? Mas Jesus convida-nos a amar nossos inimigos, aquelas pessoas que nos ferem. Claro que é difícil, mas Ele nos capacita na caminhada conseguiremos. Convêm, entretanto, estar conscientes de que o desgosto e a decepção não são a exceção neste mundo, mas a norma. A esperança do cristão está baseada na palavra confiável de Jesus. Tenhamos bom ânimo na caminhada. Rita Cytryn - Ministério Fruto do Espírito
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 01h15
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Abandono e ingratidão...

Abandono e ingratidão...Abandono e ingratidão... Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. (MT25: 42 E 43) Quantas e quantas pessoas estão vivendo hoje a triste realidade do abandono? Elas se encontram nos asilos, nos orfanatos, nos hospitais nos presídios... sem que haja alguém que lhes leve uma palavra de carinho ou um pingo de esperança. Vivemos em uma época em que a maior moeda é a ingratidão, onde filhos se esquecem dos pais e vice versa; pais que abandonam esposas e filhos para se atirar em uma aventura amorosa na ânsia de viver uma grande paixão, filhos que levam pais ou avós para asilos e lá os abandonam como lixos humanos. O que acontece com um ser humano para que se torne ingrato, mesmo quando ele foi bem tratado e amado por quem ele abandonou? Certo dia, presenciei uma cena onde meu coração ficou apertado: fui visitar uma senhora em estágio avançado do Mal de Alzimer, sua vida havia se tornado vegetativa, necessitava de atenção e cuidados permanentes. Nenhum filho quis assumir a responsabilidade de cuidá-la com atenção, carinho e amor, foi mais fácil alugar uma casa e colocar uma pessoa para prestar cuidados, porém o que eu percebi foi um descaso total com a pobre criatura, estava suja. Em vez de fralda descartável, usava um lençol amarrado em volta da cintura, haviam moscas por todo lado perturbando aquela pobre alma. Que sentimentos teriam aqueles filhos com aquela pobre mãe? Deus sempre se preocupou em lembrar o seu povo sobre o perigo da ingratidão para com Ele... Pois te fiz subir da terra do Egito, e da casa da servidão te remi; e enviei adiante de ti a Moisés, Arão e Miriã. Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus? MQ : 6, V 4 e 8 . Uns dos maiores inimigos do homem é o egoísmo, este sentimento faz com que os homens pratiquem os piores pecados uns contra os outros, e pior ainda, faz com que o homem se revolte contra Deus, traz a cegueira espiritual, impede que as maravilhosas bênçãos do Senhor sejam reconhecidas, e faz do homem uma criatura murmuradora e errante, pecado terrível que Deus abomina... Sendo MURMURADORES, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; ( Rm 1:30) - Estes são MURMURADORES, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse. (Jd 1:16) A maior parte dos corações de hoje são preenchidos da mais genuína ingratidão. Protestam contra tudo, há revolta e violência, onde deveria de ter paz e alegria por tempos de fartura e paz em que vivemos, vivemos em uma sociedade amoral, perversa, e ingrata onde o cristianismo é vivido mais no título e no estilo de vida, do que a prática da verdadeira piedade. Tornou-se esta geração uma das piores das que já passou pela história da humanidade. O que Deus deseja daqueles que professam ser seus filhos? Que não vivam movidos pelas emoções que dominam o mundo, mas que pratique a fé genuína e tenha os princípios de Cristo enraizado em seus corações. - Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã- Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra. Um estudo sobre ingratidão revelou... Denomina-se ingratidão a ausência de um sentimento positivo e harmonizador ao não reconhecer o bem que outrem nos proporcionou por emoções de baixo teor vibratório típicas do ser ingrato. A ingratidão freqüentemente se apresenta seguida por atitudes não elevadas por parte do indivíduo ingrato. Exemplificando: não é rara a ocorrência de uma sensação de raiva em relação àquele que prestou auxílio. O beneficiado se considera humilhado devido à sua natureza orgulhosa. Observa-se também a presença de inveja, sentimento que direciona contra o benfeitor. O indivíduo auxiliado sente um misto de tristeza e rancor por não possuir o bem ou a qualidade ética daquele que o orientou. Que Deus nos livre da ingratidão e que possamos olhar a cada pingo de orvalho que cai, cada folhinha que nasce, a cada brisa, a cada gole de água fresca, a cada respiração de ar puro, a cada noite de descanso, a cada dia para trabalhar, como as maiores demonstrações do amor de DEUS Autor: Ronaldo Kroeff Daghlawi Cartunista, criador dos personagens A turma do Pitchulinho.
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 01h14
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Anjos de asas quebradas...

Anjos de asas quebradas... Por Ariovaldo Ramos* "No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes, tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe, tetrarca da região da Ituréia e Traconites, e Lisânias, tetrarca de Abilene, sendo sumos sacerdotes Anás e Caifás, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto." (Lc 3.1-5)"Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." (Ap 3.20)"Seguiram os onze discípulos para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara. E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram" (Mt 28.16-17). Os textos acima demonstram que Deus sempre contou com pessoas corajosas para levar as suas notícias; pessoas que tiveram coragem de escrever e de denunciar o que estava acontecendo para que todos soubessem quais eram as lutas de Jesus.Deus expulso do templo. Em Lucas 3.1-5, o evangelista afirma, corajosamente, que Deus foi expulso do templo. Quando Anás e Caifás eram sumo sacerdotes, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto. Deus havia sido expulso do templo e agora estava no deserto. A declaração de que havia dois sumo sacerdotes denota contradição, pois, por definição, só pode existir um sumo sacerdote. Porém, a tradição paralela nos ajuda a entender os acontecimentos. Os romanos entraram em Israel sem precisar lutar. Eles foram para lá arbitrar um problema entre dois candidatos a rei, e descobriram que a melhor forma de controlar o povo, que se sublevava a todo tempo, era influenciar a escolha do sumo sacerdote. Então Anás, sujeito esperto, ladino, político populista, fez um acordo com os romanos e se tornou o primeiro sumo sacerdote dessa nova safra. Cada um de seus cinco filhos foi sumo sacerdote e, quando ele não tinha mais filhos para nomear, nomeou o genro, Caifás. Nos bastidores, ele estava no controle o tempo todo. Foi assim que o templo foi tomado pelos romanos.Para ser sumo sacerdote em Israel, não bastava ser da tribo de Levi, era preciso ser da família de Arão. E João era filho de Zacarias, casado com uma das filhas de Arão (Lc 1.5). Logo, não fossem o estratagema dos romanos e a esperteza de Anás, João teria sido o sumo sacerdote.João se declarava assim: "Eu sou a voz daquele que clama no deserto", ou seja, Deus. Às vezes brinco, dizendo que Deus teria falado a João: "Já que é a turma de Anás que está usando vestes talares, você vai usar pele de camelo. Assim você fica diferente e ainda marca o meu protesto. São os romanos que estão comendo a comida sagrada que seria destinada a você; então você vai comer gafanhoto e mel silvestre". Deus fez o protesto contra Roma da forma mais plástica possível. Levou seu sumo sacerdote com ele para o deserto e deu-lhe uma roupa que denunciava a perda da consciência do sagrado por parte de Israel. E contou com o corajoso Lucas para, numa época marcada pela força do Império Romano, dar essa notícia.Anjos de asas quebradasNa passagem de Apocalipse 3.20, João afirma que Jesus foi expulso da igreja. O Novo Testamento começa com Deus sendo expulso do templo e termina com Jesus sendo expulso da igreja. Isso explica por que apanhamos tanto quando tudo que queremos é a igreja. Descobrimos que os adversários da igreja estão vestindo vestes talares, e são eles que estão expulsando Deus do templo e Jesus da igreja. Nem sempre os que usam vestes talares estão ajudando Jesus a construir a igreja. E Jesus contou com um outro servo corajoso para nos contar isto.O anjo da igreja de Laodicéia havia ficado rico. O texto bíblico afirma: "Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu." (Ap 3.14-17, ARA). Essa é a imagem de uma igreja que decidiu ficar rica e foi derrotada pela riqueza. Como Jesus não convive bem com Mamon, a igreja expulsou Jesus. A beleza destas cartas do Apocalipse é que Jesus tem problemas com um ou outro anjo da igreja, mas conta com pessoas de dentro da igreja que, embora sob a influência desse anjo de asas quebradas, continuam tendo ouvidos pra ouvir o que o Espírito diz às igrejas. Novamente, Deus precisa de gente que tenha a coragem de dar a notícia de que o Espírito continua falando à igreja, jamais desistiu dela, que Deus nunca desistiu de ter o sumo sacerdote. Ainda que no deserto, ele nunca desistiu e nunca desistirá de alcançar aquilo que propôs no dia em que avisou, no jardim do Éden, que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Ele não mudou de idéia. E levanta pessoas pra contar a notícia, inclusive para nos alertar de que essa tarefa não vai ser fácil. Em Mateus 28, temos a seguinte passagem: "Seguiram os onze discípulos para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara e, quando o viram, o adoraram, mas alguns duvidaram". Eram apenas onze homens, e entre eles a primeira coisa que aconteceu foi a divisão da igreja: uns adoraram e outros duvidaram. Essa divisão continua e se sustenta numa única questão: aqueles que têm e aqueles que não têm fé, aqueles que adoram e aqueles que duvidam. A nota triste dessa notícia do evangelista é que o grupo que duvida também faz parte dos discípulos. Os que o adoram pagarão qualquer preço, e os que duvidam poderão, quem sabe, até aparelhar a igreja pra si, para os seus interesses ou para interesses escusos. Porém os adoradores os enfrentarão, dizendo: "Não é assim. A igreja não é isso. A notícia que Deus manda para a igreja é esta: Jesus ressuscitou! Ele está vivo!" Lucas e João faziam parte daqueles que receberam a revelação, mas estes têm sido comunicados pelos que receberam iluminação. Essa iluminação significa que a notícia precisa ser contada e recontada à exaustão, geração após geração. A batalha só vai terminar quando soar a última trombeta. Então Jesus vai encontrar-se com seus discípulos, aqueles que o adoraram na história, que não se calaram diante dos que duvidaram, que não abandonaram a verdade, que não abriram mão de lutar com Jesus pelo que ele sonhou e construiu com seu próprio sangue. Independente dos anjos de asa quebrada que de vez em quando encontramos liderando a igreja, independente do fato de que aqui e ali gente nossa faz acordo com o inimigo, entrega o templo aos romanos, o Espírito continua falando à igreja, e ela permanece inabalável, invencível, em adoração ao ressuscitado. Essa tem sido a batalha da igreja, e é muito bom que Deus sempre pôde contar com gente que tem coragem de dar as notícias. Haverá momentos em que o púlpito será o maior responsável pela expulsão de Jesus, como aconteceu em Laodicéa. Porém, sempre haverá também os que ouvem e os que insistem em contar pra todo mundo: "Olhem, independente do púlpito, o Espírito continua falando à igreja; Deus não desistiu da sua igreja". Às vezes olhamos para as mãos, para os pés e dizemos: "Não dá para sair nada daqui! Essa gente é forte demais". Então precisamos que chegue aos nossos ouvidos alguém dizendo: "Tenho notícias do Espírito Santo para você".O anjo e o púlpito expulsaram Jesus, mas ele continua insistindo com a igreja. Os romanos expulsaram Deus, mas ele ainda está falando do deserto. Alguns discípulos duvidam, mas os que o adoram estão vivos e vão continuar firmes até que o ultimato se cumpra e a última trombeta seja tocada. Que Deus nos abençoe! Ariovaldo Ramos é pastor na Comunidade Cristã Reformada e na Igreja Batista de Água Branca, ambas em São Paulo
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 01h13
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Número de católicos diminui 30% no Maranhão

Número de católicos diminui 30% no Maranhão Imirante SÃO LUÍS - Desenvolver estudos e análises históricas sobre a religiosidade maranhense dos séculos XIX e XX, na perspectiva da História Cultural, a fim de compreender as interfaces e as relações sociais através dos poderes, dos saberes e das instituições são alguns dos objetivos da pesquisa foi feita pelo diretor do Centro de Ciências Humanas da Universidade Federal do Maranhão (CCH/UFMA), Lyndon de Araújo Santos. Segundo o professor, o projeto contempla objetos de pesquisa como o catolicismo, cultos, protestantismo, espiritismo e qualquer outra manifestação religiosa. A idéia é abrir o campo de pesquisa, que por muito tempo, se concentrou nos cultos afros. “Nós não podemos entender a história do Maranhão sem a presença da religião católica, desde os jesuítas no período da colonização e também no século XIX, até todas as mudanças que o império e a república trouxeram” explica o pesquisador. O estudo mostra que no início do século XX, 98% da população brasileira era católica. Hoje, o número caiu para 70%, com o crescimento do protestantismo. As religiões afros mantiveram-se sem grandes alterações. “O campo religioso maranhense sempre foi plural. Embora houvesse uma religião hegemônica, a igreja católica aliada ao Estado, as práticas populares sempre foram hibridas e o trânsito religioso uma prática,” destaca. O projeto é importante para a descoberta de novos pesquisadores da religião no Maranhão, além de publicações que já podem ser vistas no estado sobre o assunto. Outro fator relevante é a consolidação de um grupo que trabalha as perspectivas da história cultural das religiões. Desde 2005, Lyndon Araújo coordena o grupo que vai finalizar o trabalho ainda este ano. A equipe conta com 20 participantes entre mestrandos e graduandos dos cursos de História, Ciências Sociais, Educação Artística, Direito e Geografia da UFMA. “Estamos elaborando um relatório final para ser apresentado sobre todas as constatações do projeto, que está concluindo, com sucesso, a sua trajetória” finaliza o pesquisador. As informações são da UFMA
Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 00h42
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ENQUETE J-NEWS
ENQUETE J NEWS
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Em qual destes candidatos a prefeito você vota?
ENQUETE J-NEWS
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| QUAL CANDIDATO SERÁ O PRÓXIMO PREFEITO DE VILA NOVA DOS MARTÍRIOS??? |
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Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 11h24
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ENQUETE J NEWS
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Em qual destes candidatos a prefeito você vota?
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| QUAL CANDIDATO SERÁ O PRÓXIMO PREFEITO DE VILA NOVA DOS MARTÍRIOS??? |
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Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 20h43
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MA: Políticos ainda brigam pelo cargo de prefeito
MA: Políticos ainda brigam pelo cargo de prefeito
A guerra de liminares e recursos na Justiça Eleitoral tem causado muita confusão na cabeça dos eleitores no Maranhão. Os moradores elegeram no voto um candidato, mas por problemas na Justiça eles não puderam assumir o cargo de prefeito. Em pelo menos cinco municípios maranhenses existe a possibilidade de novas eleições.
Imirante.com 14/01/2009 06:35h Leia mais sobre:Maranhão
Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 11h23
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