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Em breve cobertura total dos eventos de Vila Nova, Festas, Formaturas, Casamentos, etc.

 

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Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 03h53
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Deu na BBC Brasil: família passa 40 dias em laje de casa submersa no Maranhão

 

Estado

Deu na BBC Brasil: família passa 40 dias em laje de casa submersa no Maranhão

 

O blog da jornalista Kátia Persovisan repercute matéria publicada pela BBC Brasil sobre as consequências das enchentes no município de Trizidela do Vale:

Durante 40 dias, a família da comerciante Albertina Rodrigues de Lima, de 42 anos, teve de viver ao relento, na laje de sua casa na cidade de Trizidela do Vale, uma das mais atingidas pelas enchentes no Maranhão. Expulsos de dentro do imóvel pelas águas, que chegaram até o teto, Albertina, o marido, a filha de sete anos, o filho de dez, um cachorro, um gato, quatro galinhas e um galo passaram dias e noites ao relento.

O único espaço para se abrigar da chuva e do sol era uma pequena lona amarela, que também servia para proteger alguns móveis, roupas e utensílios salvos da enchente.
“De dia, o sol queimava a 40 graus. De noite, chovia sem parar”, diz Albertina, que somente na semana passada pôde voltar para dentro de casa e ainda tenta limpar a sujeira e a lama deixadas pelas águas.

Ao lado do marido, Genésio Alves de Souza, de 58 anos, Albertina administra o bar Faça Farra, que funciona em um dos cinco cômodos de sua casa e onde vende cerveja, refrigerantes, carne de sol e espetinhos. Leia mais no blog da Kátia Persovisan.



Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 02h52
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Governo Roseana deixa de pagar salário de professores contratados no governo Jackson

 

Estado

Governo deixa de pagar salário de professores contratados no governo Jackson

 

Professores contratados pelo estado com contratos firmados ainda no governo Jackson Lago, não recebem salários há três meses e o governo Roseana Sarney, até o momento não lhes deu nenhuma satisfação, informa o blog do Ricardo Santos.

O Simproessemma, que no governo deposto fez várias greves, também está mudo, pois, segundo informações repassadas ao blog está repleto de aliados do governo Roseana Sarney. Leia mais no blog do Ricardo Santos.



Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 02h50
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Neto de Sarney ganhou alto cargo no Senado

Neto de Sarney ganhou alto cargo no Senado
João Fernando Michels Gonçalves Sarney foi secretário parlamentar, função com salário mensal de R$ 7,6 mil.

Estado de S. Paulo
João Fernando Michels Gonçalves Sarney é um jovem de 22 anos que está perto de terminar o curso de administração numa faculdade particular de Brasília. Apesar da pouca idade e de ainda não ter diploma, ele carrega no currículo, além do sobrenome de peso, um emprego de prestígio.

 

Por um ano e oito meses, João ocupou formalmente um dos postos mais altos da estrutura funcional do Senado. Foi secretário parlamentar, função que dá direito a salário mensal de R$ 7,6 mil. A história agora se tornou conhecida graças à revelação dos atos secretos.

É o próprio João Fernando quem revela as credenciais que lhe garantiram o bom emprego. Procurado ontem pelo Estado, respondeu sem rodeios à pergunta sobre sua relação com o presidente do Senado. "Sou neto do senador Sarney, meu pai é o Fernando", disse. Ele se referia a Fernando José Macieira Sarney, filho mais velho do senador e encarregado de tocar os negócios da família.

 

A mãe de João, Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, candidata a Miss Brasília em 1980, é ex-namorada de Fernando.O rapaz foi nomeado assessor do Senado em 1º de fevereiro de 2007. Quem assinou a nomeação foi o atual diretor-geral da casa, Alexandre Gazineo, na época adjunto do então todo-poderoso Agaciel Maia.

 

João deveria trabalhar no gabinete do senador Epitácio Cafeteira, do PTB do Maranhão, terra dos Sarney. Esteve lotado no Senado até 3 de outubro do ano passado, quando um novo ato secreto, também assinado por Gazineo, formalizou sua saída.

 

Indagado sobre suas atividades no gabinete, João Fernando respondeu que "fazia de tudo um pouco". Antes, porém, perguntou: "Como você soube que eu trabalhava lá?" Ele garante que comparecia ao trabalho de segunda a sexta-feira.

 

O Estado telefonou ontem para o gabinete de Cafeteira. A funcionária que atendeu a ligação disse não conhecer nenhum João Fernando que tenha trabalhado ali.

 

João Fernando diz que teve de deixar o emprego porque "estava sem tempo". Em seguida, completou: "Foi quando começou aquela decisão (sic) sobre nepotismo." A saída coincide com a crise instalada no Senado após o Supremo Tribunal Federal proibir a contratação de parentes nos três Poderes.



Escrito por jshopcomercio@hotmail.com às 23h38
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A humilhação dos aposentados pelo INSS

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Artigos

A humilhação dos aposentados pelo INSS

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Data de Publicação: 4 de janeiro de 2009
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Francisco Xavier de Sousa Filho*

O judiciário se abarrota de processos contra o INSS para o reajuste dos benefícios da aposentadoria porque quer. Com defesas temerárias e ilícitas, na protelação em pagar as correções legais dos benefícios, o surrupio do dinheiro dos aposentados comparece provado quando hoje apenas se paga 50,0% ou menos do valor real do benefício, em todos os níveis. É a apropriação indébita do patrimônio do trabalhador pelo próprio governo.

Construído o patrimônio do trabalhador por trinta ou mais anos de contribuições mensais do salário, o aposentado se sente humilhado ao se recorrer ao Judiciário em busca do seu direito lesado, por não receber integralmente o seu crédito mensal. E nenhuma liminar judicial é concedida em obrigar o reajuste imediato, embora sabendo-se que os aposentados gozam do direito para concessão da tutela urgente, não só pela Lei do Idoso, com idade acima dos sessenta anos dos demandantes, como na verossimilhança do pleito perseguido e na lesão irreparável pelos prejuízos sofridos todos os meses, na apropriação do restante dos benefícios.

Com os rombos, o INSS, em sua defesa desleal, confessa o direito ao reajuste ao alegar a falta de fonte de recursos para o custeio. Só que a fonte sempre existiu, se não tivesse havido os desvios e roubos dos recursos do trabalhador, como na construção de obras suntuosas, avenidas, estradas e viadutos, com o dinheiro do trabalhador, superfaturadas, a servir a gastos eleitorais. Igualmente, houve sempre o desvio dos recursos no pagamento de funcionários públicos, ativos e inativos, em seus salários integrais e em programas governamentais, esmolas, como no do leite, vale alimentação, bolsa escola, bolsa família e tantos outros, o que seria mais humano colocar o homem no campo para produzir riquezas. Além de beneficiar os maus empresários, com parcelamentos e reparcelamentos das dívidas previdenciárias, que chegam a mais de 300,0 bilhões, alcançando mais de 800,0 bilhões com os débitos dos governos e prefeituras. E mais: teve destino a refinanciar a dívida externa e interna, de mais 10,0% do PIB.Tudo em prejuízo ao financiamento, ao equilíbrio e à liquidez do custeio dos benefícios. Em artigo do senador Paulo Paim (O Imparcial de 02.01.09, p. 4), merece contabilizar o supéravit de 339,84 bilhões, nos últimos sete anos. E sem falar na desvinculação (DRU), entre 2006 e 2007, da Seguridade Social, de R$ 72,8 bilhões, com renúncias fiscais ainda de 114,2 bilhões, do ano passado.

É a destruição do patrimônio dos aposentados, construído aos longos dos anos, por suas contribuições, de trinta anos ou mais de descontos mensais dos salários, no teto máximo, chegando ao final a custear duas aposentadorias, com sobras, abolindo até o déficit de 44,0 bilhões deste ano, por haver supéravit de bilhões de reais, se não houvesse os desvios, pela capitalização dos recursos do trabalhador. A humilhação ao direito dos aposentados assim se percebe ao só receberem 50,0% ou menos do que realmente devia receber, do teto máximo, hoje em R$ 3.038,99, com o INSS ainda comparecendo em juízo contestando direito incontestável.

O mais vergonhoso se divulga na inércia e desprezo dos congressistas em não aprovarem os projetos de leis do senador Paulo Paim (PT-RS), que acaba com o medíocre fator previdenciário, passando os aposentados a terem reajustes pelo seu valor real, como manda o artigo 201, da Constituição Federal, c/c o artigo 31, da Lei 8.213/91. O fator previdenciário, por sua fez, imposto pelo FMI, na subserviência do governo Fernando Henrique Cardoso e seus vassalos parlamentares do PSDB e DEM (ex-PFL), reduz o valor da aposentadoria na expectativa de vida, servindo muito mais aos ricos, pois só começam a trabalhar dez anos depois dos pobres, após se formarem. De hipocrisia política mesmo, merece anotar a passagem imoral e vergonhosa de alguns senadores e deputados do PT, com anuência do presidente Lula, ao repudiarem a aprovação dos projetos de leis do reajuste integral dos benefícios, quando desconhecem hoje a recomendação do artigo 201 da Carta Magna, apesar de favoráveis no governo FHC e contra o fator previdenciário. Além de os aposentados não estarem pedindo favor nenhum deles, porém que as suas reservas de poupança, na capitalização das contribuições mensais, sejam devolvidas nos benefícios integrais, cujos desvios e roubos para outras finalidades devem haver punições para os maus administradores.

A responsabilidade civil também deve haver aos que causem prejuízos à Previdência Social, mormente nos assassinatos e acidentes do trabalho, que asseguram aos dependentes o pensionamento precoce, não isentando os governos ineficientes da segurança pública nem os parlamentares por leis brandas demais, favorecendo à impunidade. E Deus adverte: “O rei que exerce a justiça dá estabilidade ao país, mas o que gosta de subornos o leva a ruína” (Pv. 29.4).

Do lado das muitas atualizações dos benefícios apropriadas pelo INSS, a reivindicada pelas Leis 8.870/94 e 8.880/94, no reajuste pelo IRSM de 39,67%, a sua defesa convoca a prescrição e decadência. Mas a Lei 10.999/04 desfez qualquer vontade de decaimento de direito dos aposentados ao reajuste, nos dez anos previstos na defesa. Além disso, o artigo 201, em seu § 4º., da Constituição Cidadã, ordena sempre o reajuste dos benefícios das aposentadorias pelo seu valor real permanente, que torna a ação imprescritível, como não atingido o direito pela decadência, ao reajuste dos benefícios dos aposentados. Mais outra vez a defesa do INSS se conserva em negar a verdade, mormente quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outros Tribunais Regionais já firmaram jurisprudência favorável ao reajuste destes benefícios.

O que a tutela antecipatória se consolida na concessão pelo juiz para que se faça de imediato o reajuste pleiteado, por força da Lei 11.276/06, com extensão ao artigo 557 do CPC, na previsão de súmula impeditiva de recurso, com introdução dos §§ 1º. e 2º. ao artigo 518 do CPC. Pelo § 1º. há a possibilidade de o juiz singular deixar de receber o recurso se entender que sua decisão está de acordo com as súmulas do STJ e STF, que se ampara na 83, do STJ, e 286, do STF, e outras, mormene na Súmula Vinculante 10, do STF, ao ensejar a constitucionalidade da decisão judicial. Com o § 2º., em cinco dias o juiz examina os pressupostos de admissibilidade, que na boa aplicação da lei e norma constitucional já torna inadmissível o recurso, no entendimento dos Tribunais ao se voltarem no objetivo social de justiça íntegra, ágil e completa.

Por fim, aguarda-se até que o INSS tenha consciência democrática de chamar os aposentados para fazer a atualização dos seus benefícios pelo valor real permanente, mesmo se inexistisse lei definidora, já que a Lei Maior, em seu § 4º. do artigo 201, já determina. Nunca humilhando-os em seu direito inarredável, cujo “trabalhador é digno do seu salário” (Lc 10.7), em consonância com os princípios constitucionais.

*Advogado OAB-CE 4399 e OAB-MA 3080-A

advfxsf@yahoo.com.br

(98) – 3256.8818



Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 13h10
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TRANSPARENCIA BRASIL

TRANSPARENCIA BRASIL



Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 02h58
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Oito por cento dos políticos gastam em campanhas eleitorais mais do que dizem possuir

 


Oito por cento dos políticos gastam em campanhas eleitorais
mais do que dizem possuir

Estudo realizado sobre dados recolhidos no projeto Excelências mostra que muitos políticos fazem doações eleitorais que superam em muito o que seria razoável considerando-se o patrimônio que declaram à Justiça Eleitoral. Leia RELATÓRIO sobre a relação entre doações eleitorais e o montante informado pelos políticos, com destaque para os candidatos deste ano.

Consulte também a interface interativa que permite diversos tipos de filtragens realizadas sobre esses dados em AQUI.

 

FONTE:  www.transparencia.org.br



Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 02h52
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Congresso Brasileiro é o que mais pesa no bolso da população

 

A Transparência Brasil comparou o orçamento do Congresso Nacional

brasileiro com os da Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Espanha,

Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, México e Portugal.

Com um orçamento de R$ 6.068.072.181,00 para 2007, o Congresso

brasileiro (compreendendo Câmara dos Deputados e Senado Federal)

gasta R$ 11.545,04 por minuto. Só é superado pelo dos Estados

Unidos, sendo quase o triplo do orçamento da Assembléia Nacional

francesa. O mandato de cada um dos 513 deputados federais custa R$

6,6 milhões por ano. No Senado, o mandato de cada um de seus 81

integrantes custa quase cinco vezes mais, R$ 33,1 milhões por ano.

Da comparação entre os países resulta que, levando-se em conta os

seus diferentes níveis de riqueza, tanto em termos da renda per

capita quanto do nível do salário mínimo o Brasil é, entre os

estudados, aquele em que o Congresso mais onera o cidadão.

De modo a avaliar como o Brasil se situaria na comparação com outros

países caso a representação parlamentar fosse unicameral, os

cálculos deste estudo incluíram a hipótese de o Senado não existir.

Ainda assim, o custo da Câmara ainda pesa mais sobre o cidadão do

que os Parlamentos de outros países.

A média do custo por parlamentar dos Legislativos europeus mais o

Canadá1 é de cerca de R$ 2,4 milhões por ano. No Brasil, são R$ 10

milhões. Imaginando-se que o Congresso Nacional mantivesse o mesmo

orçamento que tem hoje, mas distribuído por uma quantidade de

parlamentares tal que o custo de cada mandato fosse compatível com o

europeu, a instituição teria 2556 integrantes. Número semelhante é

atingido a partir da população média representada pelos

parlamentares de cada país.2 A média Europa-Canadá é de 82 mil

pessoas por parlamentar. A do Brasil é de pouco mais de 314 mil.

Aplicando a média Europa-Canadá à população brasileira, chega-se a

2276 parlamentares.

Isso significa que, à parte desproporções relativas à renda da

população, o orçamento atual do Congresso Nacional deveria ser capaz

de suportar mais de 2000 parlamentares, cada qual representando uma

parcela da população semelhante à que representam os integrantes das

Casas legislativas dos países desenvolvidos.

Congresso brasileiro é o que mais pesa

no bolso da população na comparação com os

Parlamentos de onze países   (fonte: www.transparencia.org.br)



Escrito por jenielson-sousa@uol.com.br às 23h52
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